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Hospital Metropolitano reforça controle no centro cirúrgico com maleta de medicamentos

O sistema de kits padronizados agiliza a dispensação de anestésicos e remédios controlados durante cirurgias e amplia a segurança dos pacientes

02/04/2026 19h21
Por: Redação
Fonte: Secom Pará
Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

No Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência (HMUE), em Ananindeua, município da Região Metropolitana de Belém, referência em atendimento de alta complexidade, a rotina intensa de cirurgias em vítimas de trauma exige respostas rápidas e seguras. Para acelerar ainda mais esse fluxo, a unidade, que pertence à rede de saúde do Governo do Pará, implementou um sistema de kits padronizados para organizar e agilizar a dispensação de anestésicos e medicamentos controlados no centro cirúrgico.

A iniciativa substitui processos fragmentados por uma solução prática e estratégica: maletas estruturadas, com divisórias internas, suportes específicos para ampolas e lacres de segurança, que garantem a integridade e rápido acesso aos itens. O modelo permite que o médico anestesista visualize e acesse os medicamentos, fator essencial em procedimentos de alta complexidade.

O novo sistema garante agilidade e fortalece o controle e a rastreabilidade dos medicamentos. A padronização facilita a conferência e a reposição imediata após o uso, reduz perdas de estoque e assegura maior precisão no gerenciamento de cada ampola utilizada.

“A maleta traz mais organização e controle para um processo extremamente sensível. Com os lacres de segurança e a padronização, conseguimos garantir que os medicamentos cheguem ao centro cirúrgico com total integridade, reduzindo riscos e aumentando a confiabilidade para toda a equipe”, informa Simone Fernandes, coordenadora de Farmácia do HMUE.

A profissional ressalta, ainda, o ganho operacional proporcionado pela iniciativa. “Conseguimos alinhar a agilidade que a urgência exige com o rigor necessário no controle de psicotrópicos. Isso representa um avanço importante não apenas para a farmácia, mas para todo o fluxo cirúrgico e, principalmente, para a segurança do paciente”, completa.

Sustentabilidade -Com baixo custo de implementação e alto impacto operacional, a maleta consolida uma solução eficiente para as demandas diárias. Além disso, reduz o uso de embalagens plásticas, antes utilizadas para a dispensação de medicamentos.

“Além de melhorar o fluxo e a segurança, a maleta contribui para práticas mais sustentáveis dentro do hospital, ao diminuir significativamente o uso de plásticos descartáveis e promover um modelo mais consciente de gestão de insumos”, reforça Simone Fernandes.

Texto: Ascom/HMUE