As manhãs de domingo já são especiais na praça Batista Campos, mas neste domingo (31) o local ficou ainda mais agradável com a presença da banda da Guarda Municipal de Belém que levou ao ponto turístico o projeto“Harmonia nas Praças”, uma iniciativa cultural, pedagógica e itinerante queutiliza música como ferramenta de integração social, valorização dos espaços públicos e fortalecimento da cidadania.
A produtora de eventos Marília Alves passeava pela praça e elogiou a apresentação artística, que integrou a mobilização da campanha Maio Laranja.
“Eu tava passando por aqui, vim passear com o meu esposo, e achei excelente esse movimento que traz ainda mais vida para a praça. Acho uma iniciativa muito importante”, comenta.




Sobre o projeto
O projeto promove apresentações musicais em praças e parques da capital paraense, levando à população um repertório popular, regional e eclético, além de momentos de interação com o público.A proposta busca aproximar a Guarda Municipal das comunidades por meio da arte e da ocupação positiva dos espaços urbanos.
Durante as apresentações, o público participa de dinâmicas musicais, identificação de sons e experiências rítmicas simples, tornando o evento acessível para pessoas de diferentes faixas etárias. O projeto também busca democratizar a linguagem musical, traduzindo conceitos técnicos para uma abordagem leve e educativa, mostrando que a música é um instrumento de inclusão e pertencimento social.

Além do entretenimento, a iniciativa contribui para a humanização da imagem da Guarda Municipal, especialmente junto ao público infantil, fortalecendo o papel institucional da corporação como agente de cidadania. De acordo o coordenador da Banda da Guarda Municipal, inspetor Sávio Costa, a música, neste caso, atua como forma de prevenção social.
“A música é um dos instrumentos mais eficazes para a prevenção social da violência e para o fortalecimento das áreas de entretenimento e recreação da cidade. Por isso, ao levar a Banda de Música da Guarda Municipal de Belém para praças e parques, a corporação deixa de ser vista apenas sob o prisma da fiscalização e passa a ser recebida como um agente de cidadania”, explica.
Sensação
Vento
Umidade




