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Detran encerra Operação Corpus Christi com onze pessoas presas por crimes de alcoolemia

Conduzir veículo sem capacete e com o licenciamento em atraso liderou infrações

08/06/2026 17h41
Por: Redação
Fonte: Secom Pará
Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

O Departamento de Trânsito do Estado (Detran) concluiu, nesta segunda-feira (8), a Operação Corpus Christi, com 56 pessoas autuadas por conduzir veículo sob a influência de bebida alcoólica. Destas, onze foram presas por crime de alcoolemia, que é quando o nível de álcool detectado pelo teste do etilômetro acusa índice igual ou superior a 0,34 miligrama. A penalidade para este caso é de detenção de seis meses a três anos, multa e suspensão do direito de dirigir.

Este ano, o Detran atuou em 45 municípios com mais de 200 agentes de fiscalização, tendo a Lei Seca como o principal foco da atuação do órgão por ser um comportamento que mais mata no trânsito em todo o país.

Apesar da letalidade da alcoolemia, no Pará, as infrações mais recorrentes registradas pelo Detran no último feriadão foi o não uso do capacete e a condução de veículos com o licenciamento em atraso. Somente nas rodovias fiscalizadas pelo órgão, foram 1.062 autuações pelo não uso do capacete pelo condutor e passageiros. O Detran lembra que, além de obrigatório, o uso deste dispositivo de segurança é fundamental para proteger a vida em caso de sinistro. A infração é gravíssima com multa R$ 293,47, 7 e pontos na CNH, podendo levar à suspensão do direito de dirigir.

A segunda infração mais recorrente na operação do Detran, o licenciamento em atraso registrou 658 autuações seguida da ultrapassagem pela contramão na linha de divisão de fluxos opostos contínua amarela, que somou 279 autuações. Os municípios de Marituba, Abaetetuba e Salinópolis lideraram as ocorrências em todo o Estado nos sete dias de Operação Corpus Christi, que registrou um total de 3.657 autos de infração e mais de 50 veículos removidos com alguma irregularidade.

O coordenador de operações do Detran, Ivan Feitosa, destaca que, embora as ocorrências estejam menores se comparadas ao mesmo período do ano passado, ainda é grande o quantitativo de autuações por comportamentos irregulares em queda no estado, como o não uso do capacete e a alcoolemia. “São infrações que vêm sendo combatidas pela fiscalização e educação, mas que alguns condutores ainda insistem em não respeitar a orientação dos órgãos de trânsito e que podem comprometer a vida nas rodovias”, comenta Feitosa.