Onze escolas da Rede Municipal de Belém participaram, pela primeira vez, doFestival Regional Sesi de Educação, torneio com foco no desempenho das escolas emrobótica, destacando a robótica educacional eprojetos inovadorescom foco em arqueologia.
O evento realizado entre os dias 22 e 23 foi palco de uma temporada especial do torneio FIRST AGE, modalidade introdutória da robótica educacional, na qualestudantes de 9 a 15 anos constroem robôscom peças LEGO e desenvolvem projetos de inovação voltados àsolução de problemas reais da sociedade. A temática da temporada deste ano foi Arqueologia, e, ao todo, 40 escolas inscreveram suas equipes no festival.
O Festival de Educação do SESI teve uma temporada especial do torneio FIRST AGE, modalidade introdutória da robótica educacional, na qualestudantes de 9 a 15 anos constroem robôscom peças LEGO e desenvolvem projetos de inovação voltados àsolução de problemas reaisda sociedade. A temática da temporada deste ano foi Arqueologia, e, ao todo, 40 escolas inscreveram suas equipes no festival.
O presidente do Sistema FIEPA, Alex Carvalho, destacou a relevância doensino tecnológicona formação das novas gerações. “Expandir os conhecimentos técnicos das crianças, especialmente aquelas da rede pública, também é uma missão do Serviço Social da Indústria, o SESI. Por meio da parceria com a Semec, levamos o ensino de robótica para 11 escolas, incluindo unidades localizadas nas ilhas de Belém”, afirmou.
As escolas municipais participantes utilizaram o Kit LEGO Spike, ferramenta de aprendizagem baseada na metodologia STEAM, que integra ciência, tecnologia, engenharia, artes e matemática. O kit combina peças de construção LEGO, hardware de fácil manuseio e software intuitivo baseado em Scratch, estimulando de forma lúdica o pensamento crítico e a resolução de problemas.
Além das disputas de robótica, as equipes apresentaram a uma comissão avaliadora projetos pedagógicos de pesquisa sobre Arqueologia. Cada apresentação teve duração de 15 minutos, sendo permitida a participação apenas dos estudantes nas salas de apresentação.
Entre os trabalhos apresentados, a Escola Municipal São José abordou os vestígios daarqueologia ribeirinha na Ilha do Maracujá. A Escola Municipal Alzira Pernambuco apresentou atrajetória de uma embarcaçãoencontrada durante as escavações das obras de recuperação da avenida Visconde de Souza Franco, em Belém. Já a Escola Municipal Cordolina Fontelles destacou as dificuldades enfrentadas por arqueólogos que estudamgravuras em cuias, ameaçadas pela falta de apoio.
A Escola Municipal Nestor Nonato de Lima apresentou o projeto Portas daAncestralidade Amazônica, uma experiência imersiva devalorização dos povos origináriosda região. A Escola Gabriel Lage levou o ArqGeoBot, um robô móvel autônomo desenvolvido para percorrersítios arqueológicossem escavar ou compactar o solo. O Liceu Mestre Raimundo Cardoso pesquisou acultura ceramistana escola e na comunidade do Paracuri.
A Escola Municipal Ruy Brito apresentou um estudo sobre a otimização da recuperação arqueológica por meio de um sistema robótico miniaturizado de retroescavação. De Mosqueiro, a Escola Abel Martins debateu apraia do Maracujácomo ummuseu submerso, enquanto a Escola Bosque levantou reflexões sobre arqueologia reversa e acultura do século XXI. Encerrando o ciclo de apresentações, a Escola Olga Benário apresentou o jogo de tabuleiro “Marcas da Nossa Terra”, criado por quatro alunas da escola e voltado à Arqueologia na Amazônia. A Escola Helder Fialho, de Outeiro, participou do evento como ouvinte.

Entre as onze escolas participantes, aEscola Olga Benário levou a premiação Estrela em Ascenção, categoria voltada para as escolas que se destacaram pelo seu desempenho e demonstram grande potencial. “É muito ‘realizante’ para mim participar de uma equipe feminina do Olga Benário, uma escola municipal e, pela primeira vez, já conseguir lavar o prêmio de ascensão para casa, é algo realmente realizador”, comentou Maria Cecília, de 11 anos, aluna do 6º ano da E.M. Olga Benário.
A participação dos estudantes da rede municipal no torneio FIRST AGE integra anova política digital da Prefeitura de Belém, que tem como objetivo garantir o desenvolvimento de competências e habilidades para o uso ético, seguro e criativo das tecnologias e mídias. “A proposta integra saberes da Computação, da Cultura Digital e da Educação Midiática, estimulando a criação de soluções e conteúdos digitais”, concluiu Beatriz Morrone, secretária municipal de Educação.
Participação dos estudantes da rede municipal integra a nova política digital da Prefeitura de Belém, que tem como objetivo garantir o desenvolvimento de competências e habilidades para o uso ético, seguro e criativo das tecnologias e mídias
Sensação
Vento
Umidade




